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Xingamento e indiretas marcam guerra verbal entre EUA e Coreia do Norte

Donald Trump tinha menos de um mês como presidente dos EUA quando a Coreia do Norte fez seu primeiro teste de míssil. Na época, Trump parecia não se envolver muito. Disse que estava "100% apoiando o Japão", país ameaçado pelo disparo, e que "a Coreia do Norte está se portando muito mal. "Eles vêm 'brincando' com os EUA durante anos e a China fez muito pouco para ajudar".

Em certo momento, Trump até sugeriu se encontrar com o líder norte-coreano Kim Jong-un. O tom é muito diferente das últimas declarações, em que Trump fala em "fogo e fúria" e "arsenal nuclear".

Enquanto isso, a Coreia do Norte provocava os EUA não só com teste de míssil, mas também com comunicados duros divulgados pela sua agência de notícias oficial, a KCNA. Os americanos, por exemplo, foram chamados de "bastardos" pelo regime de Kim Jong-un. "Os bastardos americanos não vão ficar muito contentes com esse presente enviado pelo aniversário de 4 de Julho", disse o regime. Foi na data que os EUA comemoram sua independência que a Coreia do Norte realizou um bem sucedido teste de míssil balístico intercontinental.

Na última semana, a troca de ameaças atingiu o seu ponto mais tenso.



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